DISTRIBUIDORA: Paris Filmes.
DIREÇÃO: Peter Sollet
ELENCO: Julianne Moore, Ellen Page, Michael Shannon e Steve Carrel
SINOPSE:
A policial de Nova Jersey Laurel Hester (Julianne Moore) e a mecânica Stacie Andree (Ellen Page) estão e um relacionamento sério. O mundo delas desmorona quando Laurel é diagnosticada com uma doença terminal. Como sinal de amor, ela quer que Stavie receba os benefícios da pensão da polícia após sua morte, só que as autoridades se recusam a reconhecer o relacionamento das duas.
Sou um apreciador
de filmes com temática, mas infelizmente nem todos eles são
lançados no Brasil. E assim mesmo, nem todos eles são bons sabe. O
que acontece muitas vezes, é que a estória é boa, mas o roteiro
não ou a estória é boa, mas o orçamento é curto ou até mesmo
não conseguem atores bons e compromissados, e é por esses fatores
que a maioria dos filmes são decepcionantes, mas não estou
generalizando, muitos filmes independentes temáticos são MUITO
bons, os filmes japoneses são um bom exemplo, 90% dos filmes
temáticos de lá são excelentes!
Mas não estou aqui
para falar na geral e sim do filme específico do post.
Pois bem, AMOR POR
DIREITO como dito anteriormente, é baseado em fatos verídicos.
O quarteto
principal formado por JULIANNE MOORE, ELLEN PAGE, MICHAEL SHANNON e
STEVE CARREL é fenomenal, vale ressaltar que os dois últimos roubam
a cena quando aparecem juntos em tela, mesmo não formando um casal.
Eu não gosto muito
da Ellen Page, acho que ela tem cara de tonga, e não consegue me
passar comprometimento. Coisa que eu esperava nesse filme por parte
dela.
Já Julianne Moore
é como sempre FENOMENAL! Não vou negar, sou SUPER, HYPER, MEGA FÃ
dela! Sempre fui! Sempre vou ser!
Bem, a atuação
dela é fantástica, não vou dizer que foi a melhor, mas é uma das
melhores! Creio eu que ela chegou em um patamar em que não consegue
mais atuar de forma condescendente, sempre entregando uma atuação
excepcional!
O filme explora bem
os bastidores da luta judicial das duas personagens contra o sistema
legal do condado.
Vemos como mesmo
sendo os EUA, os políticos misturam religião, crenças e política
(coisa que não deveria acontecer).
O filme em si não
é TUDO aquilo, mas vale muito a pena ser visto, pois mostra como o
processo para o reconhecimento de parceiros domésticos foi árdua!
Aos apreciadores de
filmes temáticos, fica a dica, pois sei que não vão se arrepender!
NOTA: 4.




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