HISTÓRIA: ETERNO - CAPÍTULO I


CAPÍTULO I:


Há muito tempo atrás, os antigos deuses dominavam o universo, e apesar do que muitos pensam saber, todos  eles obedeciam á casa Divinum pureblood, e assim, obedeciam ao Grande Rei e Grande Rainha dos deuses, que eram conhecidos como anciões.

Os anciões cuidavam dos humanos, pois achavam sua mortalidade linda. Mas alguns deuses não gostavam da atenção que os anciões davam ao humanos, e bolaram um plano para matá-los. Divinus, primogênito dos anciões foi corrompido, e fez seus irmãos e irmãs se voltarem contra seus pais. Com lágrimas nos olhos, os anciões destruíram seus filhos, pois apenas os dois possuíam o poder de matar deuses.

Quando descobriram que o acontecido tinha sido causado  pela inveja de outros deuses, eles simplesmente tiveram mais  um filho, e simplesmente sumiram sem deixar rastros.

Os outros deuses e criaturas mágicas viram isso como um sinal de que os tempos estavam mudando, e por isso escolheram se esconder.

Apesar de ainda existirem muitos deuses, esses escolheram viver escondidos entre os humanos, iguais aos monstros. Alguns apenas  não querem ser incomodados, outros só estão á espera de alguém para liderá-los á batalha final contra os mortais.

Os mais sábios entre os humanos e os deuses rezam para esse  ser nunca aparecer, pois caso  apareça, irá começar uma guerra, que poderá destruir toda a raça humana, e assim todo o equilíbrio do universo.




Castelo Aurora:

Era uma vez uma linda princesa, chamada Anna, que apesar de ter tudo  o que qualquer um em sã consciência gostaria de ter, nunca se apaixonou, e ela sentia a falta de um grande amor.

Para seu pai, o Rei Christopher, o amor é algo super valorizado, algo  que até pode existir, mas que não vale a pena certos sacrifícios.

Quando a Rainha Celeste, mãe de Anna estava morrendo, ela pediu para ver seu  marido desesperadamente.

 - Christopher, me prometa, que você permitirá que Anna se case com quem ela escolher. - A Rainha Celeste implorou.

- Eu Prometo meu amor, Anna poderá se casar com quem ela quiser. - Rei Christopher prometeu para sua amanda.

E com um singelo, mas honesto sorriso, a  Rainha Celeste faleceu, deixando o Rei Christopher e sua filha a Princesa Anna sozinhos.



Campos de Trigo.

Julio apesar de ainda ser uma criança, ele sempre foi diferente dos outros, e por isso, seus pais sempre estavam se mudando. Seus pais eram humildes, trabalhavam pesado para poderem colocar comida na mesa no final do dia. E apesar de sempre terem de se mudar por acidentes causados por seu filho, eles nunca culparam ele de nada.

- Já  chegamos? - Julio pergunta sonolento.

- Quase meu amor. - A mãe responde.

Apesar do pai ser um simples homem, a mãe de Julio, Drucilla, descendia de uma linhagem única na terra, ela era descendente direto dos antigos deuses, apesar dela possuir grande poder, ele estava selado com um antigo feitiço que foi criado no dia de seu casamento, e só se quebraria quando a morte levasse seu marido, o que ela cuidava para não acontecer. Mas seu filho, possuía, apesar de ainda não totalmente despertos, o poder total de um deus, em fato, ela sentia que o poder dele, podia ser até maior  que  o poder  de um deus, pois eles eram os últimos descendentes dos reis dos deuses.

Durante o caminho para os campos de trigo, a carroça da família de Julio foi atacada por um bando de ladrões, eles pararam a carroça, e fizeram os três descerem dela.

- Vejam o que temos aqui! - Informou um deles.

- Uma linda família feliz! - Debochou o segundo ladrão.

Ao ver a beleza de Drucilla, o terceiro ladrão falou.

- Amarrem o homem e a criança, e tragam a mulher para me satisfazer.

- Não! - O pai de Julio gritou ao empurrar um dos ladrões, roubar a espada dele e entrar em posição de defesa na frente de sua família.

O líder dos ladrões simplesmente andou até ele, e em um piscar de olhos, ele degolou o pai de Julio, sem ninguém perceber.

Quando o corpo inanimado atingiu o chão, Julio começou a chorar, e Drucilla caiu  de joelhos, tremendo dos pés á cabeça.

- Calma mulher, você quer fazer isso na frente do seu  filho? - Um dos ladrões tirou  sarro.

Mas a energia em volta de Drucilla havia mudado, ela sabia o que tinha acontecido, mas estava em choque  pelo ocorrido.

Foi quando o líder  dos ladrões colocou a ponta da espada no pescoço de Julio que Drucilla percebeu o que  ainda estava acontecendo á sua volta.

Ela simplesmente se levantou e falou em uma voz não humana:

- Morietur! - (tradução: morram!)

Em seguida os peitos dos três ladrões explodiram.

Ela caminhou até Julio, o pegou no colo e falou:

- Collige fili mi, sit manus parentum nostrorum temporum, sed primum apud nos est, et quid finem millennii ante tincidunt velit? Delebimus omnes homines! - ( tradução: Calma meu filho, a era de nossos antepassados já se foi, mas a nossa era está apenas começando, e nós vamos terminar o que eles começaram á milênios atrás! Nós vamos destruir todos os seres humanos!)

Drucilla e Julio simplesmente sumiram nas sombras da noite.










NOTA: E  AI, O QUE ACHARAM DO  PRIMEIRO CAPÍTULO, É  BOM O BASTANTE PARA CONTINUAR A ESCREVER???

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