Não estou bem lembrado em que ano foi, mas foi entre 1999 e 2001. Mais precisamente num dos aniversários da minha Vó Dê.
Como todo ano, nós fizemos uma grande festa para ela, e como grandes festas, vieram amigos e parentes de todos os tipos. Tinham muitas crianças mesmo sendo uma festa para adultos, assim, ficava a meu cargo e de meu primo, organizar jogos e brincadeiras para todos se sentirem bem. É claro que nem eu e nem ele nos incomodávamos de fazer isso.
As festas lá em casa geralmente começavam no começo da tarde, e só terminavam perto da meia-noite, essa não foi diferente. Durante a tarde, nós as crianças brincávamos de tudo um pouco pelo bairro, pois como estava de dia, nos era permitido, para que assim os adultos pudessem conversar e interagir uns com os outros sem preocupações, mas é claro, que sempre tinha um adulto que nos vigiava .
Quando começou a escurecer. os adultos nos chamaram para cantar os parabéns e comer os docinhos da festa, pois como eles estavam assando carne o dia inteiro, bem, todos passamos os dia inteiro comendo e correndo.
Logo após cantarmos parabéns para a minha vó, nós, as crianças, descansamos um pouco, pois passar a tarde inteira correndo, cansa, (pelo menos é o que eu lembro..... shuhuasuahs).
Mais ou menos as dez da noite, tivemos a brilhante ideia de brincar de GATO MIA em meu quarto. Todos subimos até o segundo andar da minha casa, e fomos para o meu quarto, lá eu fechei a janela escura, e escolhemos a Manu (Saudades de ti) para ser a primeira a ser a "MÃE", ela saiu do quarto, e instintivamente todos nós começamos a nos esconder.
Quando percebi que todos os bons lugares de se esconder no meu quarto já estavam ocupados, eu simplesmente abri a porta superior do meu guarda-roupas, joguei as cobertas para o pessoas se esconder melhor, e me escondi naquele compartimento.
Passados alguns minutos, todos nós estávamos devidamente escondido, então alguém desligou a luz, e nós avisamos que estávamos prontos.
Ela entrou, e não sei porque, mas não demorou muito a me achar. Nesse meio tempo, alguém ligou o ventilador de teto e não avisou ninguém.
Como eu sempre me brincava naquele compartimento, eu adorava ao sair dele pular na cama, mas naquela noite, a Manu me disse que ela me ajudava a descer, mas com um pouco de ansiedade, eu simplesmente pulei na cama, mas na metade do caminho, deu uma testada numa das pás do ventilador de teto, que me jogou no chão (acreditam que ele não quebrou!!!!!).
Apesar de saber que tinha algo errado, eu não chorei e nem fiz escanda-lo, pois não havia sentido nenhuma dor, eu sai correndo do meu quarto, e fui para a suite dos meus avós. Quando parei na frente do armário de toalhas, eu tirei a mão da testa, e me surpreendi quando vi que ela estava limpa, eu então peguei uma toalha de rosto branca e pressionei contra testa. Antes de entrar no banheiro deles, eu parei na frente do espelho que ficava do lado da porta do banheiro, eu terei a toalha da testa, e olhei para ela, e de branca, ela tinha ficado vermelho vivo, quando eu levanto minha cabeça e olho para o espelho, vejo um corte extremamente grande e extremamente profundo indo de um lado da minha testa para o outro. Eu recoloco a toalha contra a testa, entro no banheiro, abaixo a tampa da privada, e me encolho em cima dela, com uma mão continuo pressionando a toalha conta a minha testa, e com a outra, eu aperto as minhas pernas contra meu peito, e fico falando: "PORQUE SEMPRE ACONTECE COMIGO?".
Enquanto isso, meu irmão desceu até a festa chorando, e foi direto para a minha mãe, ela pegou ele no colo e perguntou se ele tinha se machucado, instintivamente, todos começaram a olhar, mas ele não respondia, só chorava, então, meu primo Deda, aparece do nada, e grita: "VÓ O NETO CORTOU A CABEÇA!", pronto, a festa tinha acabado, e todos que ainda estavam nela, subiram correndo.
Conclusão, me levaram no hospital, lá o doutor informou que o corte tinha sido MUITO fundo, pois tava para ver e tocar em meu crânio, mas como a pá não estava tremendo, tinha cortado como um bisturi e por isso não tinha sangrado muito (o que eu acho eufemismo da parte dele, pois sangrou horrores), e também por isso que eu não tinha ficado cego. Ele me costurou, para ser mais exato, foram 13 pontos, 4 para fechar a carne, e 9 para fechar a pele, e naquela noite, ninguém dormiu, pois eu não podia dormir, pois a batida podia ter fraturado meu crânio. nas semanas seguintes, minha cabeça inchou como um balão, eu me lembro de ter me visto no espelho, e me achar parecido com o FREEZA do Dragon Ball Z, asuhshusuhsahusuhsa.
LIÇÃO APRENDIDA: NUNCA TENTE ENFRENTAR UM VENTILADOR DE QUARTO! (SAHUSAUHSAHUUASHUHASUHAS)
Como todo ano, nós fizemos uma grande festa para ela, e como grandes festas, vieram amigos e parentes de todos os tipos. Tinham muitas crianças mesmo sendo uma festa para adultos, assim, ficava a meu cargo e de meu primo, organizar jogos e brincadeiras para todos se sentirem bem. É claro que nem eu e nem ele nos incomodávamos de fazer isso.
As festas lá em casa geralmente começavam no começo da tarde, e só terminavam perto da meia-noite, essa não foi diferente. Durante a tarde, nós as crianças brincávamos de tudo um pouco pelo bairro, pois como estava de dia, nos era permitido, para que assim os adultos pudessem conversar e interagir uns com os outros sem preocupações, mas é claro, que sempre tinha um adulto que nos vigiava .
Quando começou a escurecer. os adultos nos chamaram para cantar os parabéns e comer os docinhos da festa, pois como eles estavam assando carne o dia inteiro, bem, todos passamos os dia inteiro comendo e correndo.
Logo após cantarmos parabéns para a minha vó, nós, as crianças, descansamos um pouco, pois passar a tarde inteira correndo, cansa, (pelo menos é o que eu lembro..... shuhuasuahs).
Mais ou menos as dez da noite, tivemos a brilhante ideia de brincar de GATO MIA em meu quarto. Todos subimos até o segundo andar da minha casa, e fomos para o meu quarto, lá eu fechei a janela escura, e escolhemos a Manu (Saudades de ti) para ser a primeira a ser a "MÃE", ela saiu do quarto, e instintivamente todos nós começamos a nos esconder.
Quando percebi que todos os bons lugares de se esconder no meu quarto já estavam ocupados, eu simplesmente abri a porta superior do meu guarda-roupas, joguei as cobertas para o pessoas se esconder melhor, e me escondi naquele compartimento.
Passados alguns minutos, todos nós estávamos devidamente escondido, então alguém desligou a luz, e nós avisamos que estávamos prontos.
Ela entrou, e não sei porque, mas não demorou muito a me achar. Nesse meio tempo, alguém ligou o ventilador de teto e não avisou ninguém.
Como eu sempre me brincava naquele compartimento, eu adorava ao sair dele pular na cama, mas naquela noite, a Manu me disse que ela me ajudava a descer, mas com um pouco de ansiedade, eu simplesmente pulei na cama, mas na metade do caminho, deu uma testada numa das pás do ventilador de teto, que me jogou no chão (acreditam que ele não quebrou!!!!!).
Apesar de saber que tinha algo errado, eu não chorei e nem fiz escanda-lo, pois não havia sentido nenhuma dor, eu sai correndo do meu quarto, e fui para a suite dos meus avós. Quando parei na frente do armário de toalhas, eu tirei a mão da testa, e me surpreendi quando vi que ela estava limpa, eu então peguei uma toalha de rosto branca e pressionei contra testa. Antes de entrar no banheiro deles, eu parei na frente do espelho que ficava do lado da porta do banheiro, eu terei a toalha da testa, e olhei para ela, e de branca, ela tinha ficado vermelho vivo, quando eu levanto minha cabeça e olho para o espelho, vejo um corte extremamente grande e extremamente profundo indo de um lado da minha testa para o outro. Eu recoloco a toalha contra a testa, entro no banheiro, abaixo a tampa da privada, e me encolho em cima dela, com uma mão continuo pressionando a toalha conta a minha testa, e com a outra, eu aperto as minhas pernas contra meu peito, e fico falando: "PORQUE SEMPRE ACONTECE COMIGO?".
Enquanto isso, meu irmão desceu até a festa chorando, e foi direto para a minha mãe, ela pegou ele no colo e perguntou se ele tinha se machucado, instintivamente, todos começaram a olhar, mas ele não respondia, só chorava, então, meu primo Deda, aparece do nada, e grita: "VÓ O NETO CORTOU A CABEÇA!", pronto, a festa tinha acabado, e todos que ainda estavam nela, subiram correndo.
Conclusão, me levaram no hospital, lá o doutor informou que o corte tinha sido MUITO fundo, pois tava para ver e tocar em meu crânio, mas como a pá não estava tremendo, tinha cortado como um bisturi e por isso não tinha sangrado muito (o que eu acho eufemismo da parte dele, pois sangrou horrores), e também por isso que eu não tinha ficado cego. Ele me costurou, para ser mais exato, foram 13 pontos, 4 para fechar a carne, e 9 para fechar a pele, e naquela noite, ninguém dormiu, pois eu não podia dormir, pois a batida podia ter fraturado meu crânio. nas semanas seguintes, minha cabeça inchou como um balão, eu me lembro de ter me visto no espelho, e me achar parecido com o FREEZA do Dragon Ball Z, asuhshusuhsahusuhsa.
LIÇÃO APRENDIDA: NUNCA TENTE ENFRENTAR UM VENTILADOR DE QUARTO! (SAHUSAUHSAHUUASHUHASUHAS)
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